DIVERSOS TIPOS DE INDISCIPLINA, DIVERSOS TIPOS DE VILÕES!
Publicado originalmente no III Seminário INDISCIPLINA NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA - Curitiba - Novembro - 2007
Resumo
Este artigo apresenta um estudo sobre a indisciplina escolar, articulando de um modo criativo o discurso dos educadores sobre os alunos indisciplinados e uma descrição literária de alguns personagens de histórias em quadrinhos encontrados no universo de Batman. Iniciamos com uma breve reflexão sobre a indisciplina nos dias atuais, e destacando a questão principal que permeia este trabalho, sobre se haveriam diferentes tipos de alunos indisciplinados dentro do discurso pedagógico dos professores. Em seguida apresentamos um análise breve da história de Batman, para então abordar alguns dos principais vilões encontrados no universo das histórias em quadrinhos desse herói. Os vilões considerados na análise são: Hera Venenosa, Pingüim, Charada, Duas Caras e Coringa. Ao final desenvolvemos uma análise explorando um paralelo criativo entre as características sociais, históricas e psicológicas daqueles personagens, com o discurso pedagógico dos professores sobre os alunos indisciplinados na escola.
Palavras-chave: Educação, Indisciplina Escolar, Discurso Pedagógico, Histórias em Quadrinhos.
Considerações Iniciais
A indisciplina é vista como um dos grandes problemas educacionais nos dias atuais. São poucos os educadores, ou funcionários da escola, que não percam algumas horas do dia, ou da noite pensando em como pode melhorar o comportamento de determinado aluno. Cada estudante é visto ou entendido como responsável pela sua indisciplina, sendo que ele influencia outros colegas e este é influenciado pela turma. As tentativas de minimizar os efeitos da influencia deste aluno frente à turma, podem ir desde uma chamada de atenção, anotações na agenda, até o famoso “segurar o pontinho” . As atitudes que cada educador toma frente a indisciplina, normalmente não variam muito, já que cada um ao decorrer dos anos descobre o que funciona ou não, isso devido a sua história, conversas com outros educadores, formação, linha pedagógica, intrusões da escola, modelos, entre outros fatores. A responsabilidade da indisciplina também varia de acordo com o discurso do professor sobre o assunto, culpabilizando a família, a sociedade, as amizades, a má formação anterior e a lista poderia continuar.
Contudo, haveria diferentes tipos de alunos indisciplinados, dentro do discurso dos professores? Tentarei responder essa pergunta realizando uma analogia com os vilões encontrados no universo das histórias em quadrinhos de Batman. A escolha por este universo não se fez ao acaso; nas histórias de Batman não existem indivíduos com super poderes, mutantes, ou extra-terrestres, tornando-os mais críveis.
Batman e a Indisciplina
Torna-se relevante um breve resumo da história de Batman, por se tratar do protagonista das histórias em quadrinhos que tem esse título. Batman ou Cavaleiro das Trevas, natural de Gotham City, fez sua primeira aparição em Detective Comics, número 27, em maio de 1939, recebeu o nome de Bruce Wayne. Possui brilhante mente dedutiva, é treinado em todas as artes marciais existentes, usa um traje a prova de balas e fogo, em seu “bat-cinto” de utilidades podem ser encontrados diversos tipos de armas defensivas, máscara de gás, “kit” para análise de cena do crime, bombas de fumaça, rastreadores, micro computadores, e toda uma série de apetrechos tecnológicos. Também pilota uma série de veículos modificados como o “batmóvel”. Tem seu quartel general na “bat-caverna”, onde coleciona objetos recolhidos nos seus anos de atuação, guarda seus apetrechos tecnológicos e, onde realiza pesquisas. Sua história começa quando Bruce Wayne ainda criança , ao sair do cinema com seus pais Thomas e Martha, presencia a morte destes no “Beco do Crime” e ao lado de seus corpos jura vingá-los, sendo que aos quatorze anos sai pelo mundo em busca da melhor fonte de conhecimento, treinamento e formação possível para realizar a promessa feita aos pais (DOUGALL, 2006, p. 38 e 39). É o único que conhece a verdadeira identidade do Super Homem, simplesmente por dedução, e é também o único ser humano capaz de matar o último filho de Krypton, o Super Homem. Esta, claro não é toda a sua história e características, contudo no presente artigo focalizarei principalmente os vilões encontrados no universo encontrado em suas histórias em quadrinhos.
Vilões do Universo de Batman
Vários são os vilões encontrados nestas histórias. Todos eles com características bastante fortes, construídas, através de transformações ou fisiológicas, ou influências psicológicas e/ou sociológicas, e que podem muito bem ser analisadas sob a ótica da indisciplina escolar, como veremos a seguir.
A Hera Venenosa, uma das vilãs das aventuras do Cavaleiro das Trevas, pode nos ajudar no entendimento de outra questão relevante que não vem sendo estudada com aprofundadamente. A indisciplina do gênero feminino. Hera Venenosa fez sua primeira aparição em Batman, número 181, em junho de 1966. Seu verdadeiro nome é Pámela Lílian Isley. Botânica de formação, foi inoculada, pelo Dr. Jason Woodrue , com uma poção com a intenção de transformá-la em um ser híbrido, meio planta, meio mulher. Seu sangue transformou-se em clorofila, deixando sua pele branca como porcelana e em alguns pontos, verde como plantas. Esta vilã exala ferormônio que atrai e controla o sexo masculino e pode controlar as plantas, com o passar do tempo torna-se cada vez mais planta e menos humana o que dificulta sua captura. Fixou-se em Gotham City na intenção de cometer crimes que ajudassem sua causa, a guerrilha verde (DOUGALL, 2006, p. 243).
Analisando as condições desta vilã, podemos encontrar na população de estudantes do sexo feminino algumas características bastante interessantes que vale a pena ser caracterizado aqui.
Em pesquisa realizada por SANTOS (2004) foram identificados dados relevantes sobre o tema, a primeira delas é que garotos possuem 330% a mais de registros disciplinares no livro de ocorrência da escola pesquisada, contudo o numero de incidências indisciplinares envolvendo garotas vem aumentando. A autora também descobriu que as punições empregadas às alunas eram mais severas, mesmo essas sendo menos punidas. Isso devido ao entendimento dos professores que julgam a indisciplina das garotas mais inadequadas em comparação com as mesmas atitudes dos alunos do gênero masculino.
Alunas indisciplinadas dificilmente são identificadas, justamente por se tratarem de garotas que conseguem desviar a atenção de si mesmas para outra direção. Contudo quando identificadas chamam a atenção, não simplesmente pela indisciplina, mas também pela sua atitude não estar ligada ao imaginário do gênero. As explicações dessas indisciplinadas geralmente possuem uma fundamentação teórica e ideológica plausíveis. Não uma guerrilha verde, mas uma melhora na qualidade da aula, na melhora da relação professor aluno, do implemento de atitudes de outros na tentativa de que esses outros melhorem, diminuição de tarefa para casa, entre outros. O “jeitinho” de garotas indisciplinadas em burlar regras e limites está intimamente ligado ao imaginário que estas possuem junto a professores e professoras; conversas paralelas, cortar o cabelo, pintar a unha, escrever e passar bilhetes na aula além de outras atitudes de indisciplina parecem incomodar em menor escala que atitudes similares realizadas por garotos. Garotas em algumas situações também parecem influenciar o sexo oposto a incidir na indisciplina em sala de aula, um pedido para que o garoto passe bilhetes, levantar-se para ir ao lixo, estimular conversas paralelas, influenciar opiniões, sem contar possíveis distrações em outros contextos. Estrela (1994, p. 58) escreve que as intervenções de educadores podem estar ligadas ao gênero, sendo que alguns privilegiam alunos do mesmo sexo, e outros privilegiam alunos do sexo oposto. A mesma autora também escreve que as intervenções não estão ligadas somente as representações conscientes dos papéis sociais de gênero, mas também, das articulações simbólicas e imaginárias que a escola desperta (p. 58). “Contudo, os professores tendem a ter expectativas mais elevadas quanto às performances acadêmicas dos rapazes” (ESTRELA, 1994, p. 58).
Outro dos vilões encontrados no universo de Batman é o famoso Pingüim. Esse personagem fez sua primeira aparição em Detective Comics, número 58, dezembro de 1941. Ele recebeu o nome de Osvald Chesterfild Cobblepot. Abandonado pela sua família verdadeira, foi criado por uma senhora que cuidava de um aviário, que o obrigava a sempre carregar seu guarda-chuva por precaução. Ganhou seu apelido na escola, quando seus colegas o chamavam de Osvald o Pingüim. Com o tempo conseguiu junto ao cientista Harold um equipamento que controla a mente de aves, fazendo-as cometer crimes (DOUGALL, 2006, p. 237). Mas como um vilão deste pode nos remeter à indisciplina?
A primeira delas é a tradicional atribuição da culpa pela indisciplina dos alunos à família, Rego (1996, p. 88), em entrevistas realizadas junto a educadores, discorre sobre algumas expressões que justificam: “A maior parte dos meus alunos vem de lares desestruturados, são filhos de pais separados, por isso apresentam este comportamento tão agressivo”. Outro professor fala que “o problema da indisciplina está associado à desvalorização da escola por parte dos pais [...]” (REGO, 1996, p. 88). Na fala de outro professor “Se os próprios pais não sabem dar limites eu é que não vou dar.” (REGO, 1996, p. 88). A mesma autora continua (p. 89) e escreve: “Neste caso, a responsabilidade pelo comportamento do aluno na escola parece ser única e exclusivamente da família. Novamente a escola se isenta de uma revisão interna, já que o problema é deslocado para fora de seu domínio”. O próprio Pingüim já atribuiu à sua família seu desvio de comportamento. O problema se torna tão grande que se pode ver na genética suas características. Genética herdada provavelmente de sua ascendência familiar, nota-se logo de onde ele vem. Como alguém com essa genética pode ser alguém decente? Falando do Pingüim, somente três dedos , um nariz proeminente, baixa estatura, gorducho. A mãe adotiva do Pingüim também não parece muito fácil de se lidar, obrigá-lo a sempre carregar um guarda-chuva, mesmo em dias de sol, demonstra um nicho familiar autoritário, indo ao encontro de outra frase de professor que culpabiliza a família pelas atitudes do aluno: “Esta criança tem uma criação familiar totalmente autoritária, está acostumada a apanhar e a receber severos castigos, por esta razão não consegue viver em ambientes democráticos” (REGO,1996, p. 88). Agora, tendo o vilão em mente, foi a família do Pingüim que o transformou em vilão sendo alheia a função da escola formar esse cidadão?
Outro partícipe do universo de Batman é o vilão Charada, que fez sua primeira aparição em Detective Comics, número 140, outubro de 1948. Ele recebeu o nome de Edward Nigma's, um professor primário, que dava aos seus alunos pequenos enigmas para ver quem os desvendava mais rapidamente. Após um tempo formou-se em Psiquiatria. Foi o primeiro dos vilões a desvendar a charada da verdadeira identidade de Batman. Uma de suas principais características é não conseguir realizar um crime sem primeiro enviar uma charada ao Batman ou as autoridades, que caso a desvendem conseguiriam evitar o crime (DOUGALL, 2006, p. 258).
Alunos “Charada” podem ser assim identificados quando não se entende o comportamento do aluno. Vejamos, um aluno extremamente inteligente, afinal o charada é Doutor; que questiona o professor, que emite sinais claros de que vai incorrer em indisciplina, o Charada sempre manda uma mensagem implorando para que o capturem e façam-no parar de cometer crimes; que consegue descobrir a real intenção por traz das atitudes de controle do professor, o Charada descobriu a identidade secreta do Batman; que faz com que o professor consiga correr atrás dele e muitas vezes não o alcançar, o Charada nem sempre é capturado. Mas, principalmente, o que faz com que o professor não o compreenda? “A necessidade concreta de normatização social institui o discurso do limite como elemento regulador das relações, imprimindo-lhe um caráter fundamentalmente restritivo” (ROUGE, 2001, p.16). Ou seja o professor tenta normatizar as atitudes dos alunos, diminuindo seus questionamentos. “O educador, tal como o alunos, não entende o significado e a razão de ser da indisciplina” (TULESKI, 2005, p.129) Sendo que esse não entendimento gera um questionamento. Provavelmente o fator mais interessante encontrado neste aluno é que ele faz o professor se questionar sempre.
Duas-Caras é outro vilão do universo de Batman. Fez sua estréia em Detective Comics, número 66, em agosto de 1942. Ele recebeu o nome Harvey Dent quando criança foi abusado, causando uma cisão em sua personalidade, fora Promotor de Justiça de Gotham City. Durante esse tempo um acusado jogando ácido em seu rosto deforma-o do lado esquerdo, trazendo a tona sua dualidade de personalidade. Sempre, antes e durante ao cometer um crime joga sua moeda da sorte . Sendo que a moeda escolhe quem vive, quem more; se um crime será realizado ou não (DOUGALL, 2006, p. 317).
Um aluno que aparentemente é disciplinado, mas que sem aviso aparente, faz algo que deixa o professor perdido? Em uma conversa informal que tive com um professor a alguns anos atrás, esse me disse “parece que ele joga com a sorte”. Um aluno inteligente, o Duas-Caras das histórias em quadrinhos é formado em Direito. Aquele aluno que, após ocorrida a indisciplina o professor pensa consigo mesmo, “quem vê cara não vê coração”. Aquele aluno, que após ser posto para fora da sala, na presença do diretor, ou do coordenador, ou do monitor, quem a escola determinar a cuidar dos assuntos disciplinares, e até mesmo na frente dos pais, diz em uma voz “choramingoza” “não fiz nada”. Aparentemente este aluno tem uma força interna que o faz ser indisciplinado em momentos e lugares que normalmente não se esperaria isso dele, quase uma personalidade cindida, e quantas vezes o professor não pede a família um laudo psicológico, para tentar compreende-lo? Esse aluno sempre tem algo de “bom” e algo de “ruim”.
Dentre tantos outros vilões “indisciplinados”, chegamos talvez ao mais famoso de todos, o Coringa, ou o Príncipe do Crime. Fez sua primeira aparição em Batman, número 1, na primavera de 1940. Seu nome verdadeiro é desconhecido, mas seu alter-ego anterior era chamado de “gorro vermelho”. Caçado pelo Batman, caiu em um tonel tóxico, deixando-o insano, sua pele branca, seu cabelo verde e o indefectível sorriso estampado em seu rosto. Foi certificado como louco no Asilo de Arkham de Gotham City. Até hoje não foi morto pelo Batman, tendo morrido uma vez na tentativa de fugir da penitenciária, foi ressuscitado pelo Batman para que não fugisse à justiça. Usa um gás tóxico que além de matar deixa a vitima com um sorriso angustiado no rosto (DOUGALL, 2006, p. 160-161).
O pior tipo de aluno indisciplinado. Aquele aluno que não atende a nada que os professores, administração, corpo pedagógico, tentam para minimizar sua indisciplina. Mudança de turma, mudança de lugar, bilhetes para casa, expulsão; laudos psicológicos atestam desde Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (deveria tomar medicamentos pesados com anuência de um psiquiatra) até, psicopatologias mais graves como psicopata e esquizofrenia; falta de suporte familiar, falta de uma figura paterna presente e atuante, falta de limites dados pelos cuidadores, ambiente sócio-cultural desregulado, entram no rol de acusações, responsáveis e culpados. Sua fama o precede, os professores avisam uns aos outros antes de enfrentá-lo pela primeira vez. Em conselhos de classe não há salvação. Sua ficha corrida é a mais volumosa do arquivo, o livro de ocorrências deveria ter um capítulo com seu nome. Diariamente é visto pelos corredores, banheiros, quadras, sala do orientador, sala do diretor, mas, dificilmente é visto em sala de aula. Sua criatividade em indisciplina só é superada pelo entendimento geral de que é um delinqüente incorrigível. Todas as técnicas feticisadas não surtiram efeito.
Alguns professores compreendem que a manifestação em maior ou menor grau de indisciplina, é relacionada a traços de personalidade de cada aluno (REGO, 1996, p. 89). Para exemplificar a autora cita (p. 89): “Fulano é terrível, não tem jeito! Sicrano nasceu rebelde o que posso fazer?”. Atribuindo a responsabilidade à criança e a concepção inatista do desenvolvimento, acreditando em fatores endógenos, portanto, independentes da aprendizagem e do universo cultural. (REGO, 1996, p. 89) Uma outra versão do inatismo também pressupõe “a existência de características universais que se manifestarão em estágios previstos, independente das vivencias realizadas em determinada cultura” (REGO, 1996, p. 89).
Considerações Finais
Uma das conclusões, após essas considerações, é que aparentemente os alunos podem ser segmentados de acordo com sua indisciplina, entendida pelo ponto de vista, explicação, e justificativa encontrada no discurso dos professores. Família, genético, sociedade e transtorno psíquico são alguns dos responsáveis pela indisciplina segundo o corpo docente. Algumas vezes essas explicações encontradas pelo corpo docente são justificadas através de uma pesquisa minuciosa da história do aluno, do pedido de um laudo psicológico, de conversas com outros professores; e ao menor sinal de uma informação que embase a teoria do professor, ela é tida como verdade. Sendo que algumas vezes essa opinião invalida os próprios laudos e levantamentos pedidos pelo professor.
O presente artigo tentou fazer uma ponte entre dois universos paralelos que atuam um na mente de professores e outro na dos alunos, a indisciplina e histórias em quadrinhos. Na intenção de que professores comessem a entender um pouco mais de seus próprios discursos com uma fala supostamente infantilizada, trazendo-os a uma pergunta final. Com tantos vilões em sala de aula, o professor esta tentando se tornar um Batman na luta contra o “crime” da indisciplina ou um professor em busca de entendimento?
Referências
DOUGALL,A. The DC Comics Encyclopedia: the definitive guide to the characters of the DC universe. China: DK, 2006.
ESTRELA, Maria Teresa. Relação pedagógica, disciplina e indisciplina na aula. Porto: Porto, 1994.
REGO, Teresa Cristina. A indisciplina e o processo educativo: uma análise na perspectiva vygotskiana. In: AQUINO, Julio Gropppa (Org.).
Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996.
ROUGE S.A. G. Concepções de indisciplina escolar e limites do
psicologismo na educação. In ANAIS. 24a. Reunião Anual da ANPED,
Caxambu: Amped, 2001.
SANTOS, Lílian Piorkowsky. Garotas indisciplinadas numa escola de ensino médio sob o enfoque de gênero. Dissertação de Mestrado USP, 2004.
TULESKI, S.C. Voltando o olhar para o professor: a psicologia e pedagogia caminhando juntas. Revista do Departamento de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 129-137, jan./jun. 2005.
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O texto é muito bom, particularmente porque Batman é meu herói predileto. Mas o mais me chamou a atenção é a postura do professor mediano. Um especialista abordar o tema da indisciplina por via da psicanálise das personagens de quadrinhos provavelmente é encarado como esforço de peso e valor. Se eu faço algo mais simples em conselho de classes,na tentativa de expandir o pensamento complexo alheio, muitos acham é graça. Santo de casa não faz milagre.
ResponderExcluirOla bom dia, gostei muito do seu texto, e é um tema que estou a elaborar para o meu relatorio final de mestrado. Entretanto ando a elaborar questionário online,sobre a Indisciplina. Junto anexo o link
ResponderExcluirhttps://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AnGAWUfa27WndGxzZDdlSEttVG5ma1lIbGxrTExuWnc
Já agora usarei partes do seu texto devidamente citadas, visto que é muito interessante.
Obrigada pelo seu contributo,
Antonela Fernandes
Olá Antonela, obrigado pelo comentário. quando terminar seu relatório de mestrado gostaria muito de le-lo. Acessei o link, mas não entendi se era para eu preenchelo ou não.
ExcluirSe quiser enviarme um email pode escrever para ivangross@yahoo.com.br